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Salto e Porto Feliz são as únicas cidades da região sem casos de Mpox

Segundo dados do Painel de Monitoramento da doença, produzido pela Secretaria Estadual da Saúde (SES), as cidades de Salto e de Porto Feliz, são as únicas da região sem casos confirmados de Mpox desde 2022, ano que marcou o surto mundial da doença.

Foram 741 casos notificados da doença desde julho de 2022, na Região Metropolitana de Sorocaba, da qual Salto, Itu e Porto Feliz fazem parte. Desses, 82 casos foram confirmados desde então, sendo 4 em Itu. Indaiatuba, com 5 casos confirmados; e Cabreúva, com 3 casos, elevam os números da doença. Essas duas cidades pertencem à Região Metropolitana de Campinas, que teve 263 casos confirmados e mais de 1.600 notificações de Mpox.

Nas últimas semanas, a doença ganhou destaque ao ser classificada como emergência em saúde mundial pela Organização Mundial da Saúde (OMS), após uma nova versão do vírus, diferente do vírus que surgiu em 2022, ter se espalhado em grande escala por 15 países africanos.

Nas últimas semanas os casos suspeitos de Mpox dispararam na Região Metropolitana de Sorocaba. Foram quatro casos confirmados, 14 casos suspeitos, além de 21 casos descartados.

“A Mpox se tornou uma nova emergência de saúde pública global devido à cepa 1b, que pode ter potencial transmissor ainda maior. Mesmo não havendo motivos para alardes em São Paulo, é fundamental a vigilância e monitoramento, além de seguirmos as recomendações para que a doença não se propague. Como referência para o atendimento de casos da doença, o Governo de SP conta com o Hospital Emílio Ribas”, explicou Regiane de Paula, coordenadora de saúde da Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD) da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Transmissão

A doença é transmitida pelo vírus monkeypox por meio de pessoas, animais ou objetos contaminados, e tem como principal sintoma erupções cutâneas e lesões na pele. O diagnóstico é feito de forma laboratorial, por meio da secreção das lesões ou das crostas quando o ferimento já se encontra seco.

Sintomas

A doença apresenta sintomas como adenomegalia (linfonodos inchados, ou “ínguas”), febre, dores no corpo, dor de cabeça, calafrio e fraqueza. O tempo de intervalo entre o contato com o vírus e o início da manifestação da doença é entre três a 16 dias.

A partir do desaparecimento das erupções na pele, a pessoa infectada deixa de transmitir o vírus. As lesões podem ser planas ou com relevo, com a presença de líquido claro ou amarelado, e tendem a surgir em qualquer parte do corpo, sobretudo no rosto, pés e na palma das mãos.